Phelps: muito mais que recordes

Não dá pra não comentar. O que o Michael Phelps aprontou em Pequim é digno de admiração. Confesso que como bom brasileiro, só me emocionei mais com a vitória do Cielo. Mas foi mal, ficou quase no mano a mano. Não dava pra desgrudar os olhos da TV quando esse cara pulava na água.

 

Mais que ganhar medalhas, o Phelps mostrou que determinação e vontade de vencer é coisa pra poucos mesmo. Muitos atletas chegaram lá com esperança de medalhas, como favoritos. Mas quantos estão realmnete focados em serem os melhores, determinados a fazer história e não se dão por satisfeitos apenas por chegarem à uma olimpíada? Pouquíssimos como Michael Phelps. 

 

Ontem ouvi que o cara treina 365 dias no ano. Todo santo dia. Que já teve o futuro “condenado” por uma professora. E que já ouviu de muita gente que chegar onde ele chegou seria impossível. E é exatamente aí que começa a diferença entre Michael Phelps e o restante. Nas palvras do próprio Phelps:

“Nada é impossível. Com tantas pessoas me dizendo que eu não conseguiria, tudo o que precisei fazer foi usar a imaginação. Isso foi uma coisa que aprendi e que me ajudou muito aqui. Tudo foi como uma viagem louca em uma montanha russa, mas nunca me diverti tanto na vida.”

 

É isso. Espero que o cara ainda ganhe mais alguns ouros por aí. E que depois disso escreva um pouco sobre essa trajetória.  O fato é que essa cara meio esquisito tá ensinado muita coisa pra nós nas entrelinhas. Entre uma medalha e outra, Michael Phelps deu uma aula de como conquistar o que queremos. E ainda fez emocionando o mundo inteiro. 

 

Não dá mesmo pra esquecer disso: Nada é impossível. Sonhar, sonhar grande. Correr atrás disso com foco, garra, vontade. Sem medo de errar. Não dando ouvidos para que fica gorando. Usando a imaginação pra visualizar, acima de tudo, como vai ser bom o momento da vitória.

 

 

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